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C4 Cactus 2019: preços, versões, equipamentos e motores

O novo SUV da Citroën, C4 Cactus, foi lançado no Brasil. O projeto desenvolvido e produzido por aqui já está disponível para pré-venda, mas só chega às concessionárias da marca em outubro. O modelo que oferece três versões distintas parte de R$ 68.990 e chega à R$ 98.990.

As opções de motor começam com o 1.6 16V, capaz de gerar 122 cv de potência e 16,4 kgfm de torque com etanol. Os números caem para 118 cv e 16,1 kgfm com gasolina. As versões Shine vêm com o 1.6 THP (Turbo High Pressure), que entrega 173 cv com o combustível vegetal ou 166 cv com o derivado do petróleo. O torque é sempre de 24,5 kgfm. O propulsor mais fraco pode ser associado à caixa de câmbio automática de seis marchas ou manual de cinco. Já o mais potente vem sempre com a transmissão automática.

No conjunto mecânico do novo SUV da Citroën, direção, suspensões, freios, rodas e pneus foram desenvolvidos para o mercado latino-americano. Para justificar a categoria, o Cactus tem 22,5 centímetros de altura em relação ao solo, 22º de ângulo de ataque e 32° de saída.

Tecnologia

As três versões do novo SUV Citroën contam com Central Multimídia de 7 polegadas com sistema de áudio com Bluetooth. Ficam ao alcance das mãos do motorista: sistemas de auxílio à condução, ar-condicionado e telefonia. A central espelha o celular por meio do Apple CarPlay e Android Auto.

Foi lançado hoje o novo SUV da Citroën. O C4 Cactus chega ao mercado brasileiro com preços entre R$ 69 mil e R$ 99 mil. Confira versões, preços e fotos.

As versões do novo SUV da Citroën, o C4 Cactus

  • Live 

A versão Live traz de série: direção elétrica, ar-condicionado manual digital e integrado à central multimídia. Assinatura luminosa com DRL em LED, rodas 16” com pneus 205/60 R16, painel de instrumentos 100% digital, volante de espuma com regulagem de altura e profundidade com comandos integrados, Citroën Connect Radio com tela touch de 7’’, 6 alto-falantes, tomada USB e 12V, comandos dos vidros e retrovisor elétricos, travamento centralizado das portas e porta-malas, travamento do carro ao andar, abertura da porta do reservatório de gasolina sem chave, assentos dianteiros reguláveis em altura, console alto com porta-objetos fechado e porta-copos. Assentos traseiros com três apoios de cabeça e ISOFIX, cintos de segurança traseiros de três pontos, airbags frontais duplos, barras de proteção laterais, ABS, REF, entre outros.

  • Feel

A versão Feel do novo SUV da Citroën conta, a mais que a Live, com: faróis de neblina, câmera de ré, rodas de alumínio de 17” e pneus 205/55 R17, eco-coaching, alarme perimétrico, quatro vidros One-touch, piloto automático e cruise control e, para as versões automáticas, ESP + DSGi + HillAssist.

Como opcional: acendimento automático dos faróis, limpadores de para-brisa automático, ar-condicionado digital automático + ADML, volante de couro, alarme volumétrico, airbag lateral, barras de teto tipo “flutuantes”, rodas 17” de alumínio diamantado e teto de duas cores.

  • Shine

Já a versão Shine traz de série, além dos equipamentos da Feel: barra de teto “flutuante”, ar-condicionado digital automático, ADML dianteira, rodas de 17” de alumínio diamantado com pneus 205/55 R17, painel de bordo com revestimento soft-touch, acendimento automático dos faróis, limpador de para-brisa automático, bolante e bancos em couro, airbag lateral, Grip Control e alarmes perimétrico e volumétrico.

Como opcional: Sistema de frenagem automática, alerta de colisão, alerta de atenção ao condutor, alerta de saída de faixa, indicador de descanso, retrovisor eletrocrômico, airbag de cortina e, ainda, carroceria de duas cores.

Preços C4 Cactus

Versão Câmbio Valor
Live 1.6 manual R$ 68.990
Feel manual R$ 73.490
Feel automático R$ 79.990
Feel Pack automático R$ 84.990
Shine automático R$ 94.990
Shine Pack automático R$ 98.990

 

10 carros que não foram substituídos à altura

Alguns carros que marcaram época foram substituídos por gerações que não agradaram tanto quanto as anteriores

1. Chevrolet Vectra

 Segunda geração do Vectra foi vendida de 1996 a 2005 – e deixou saudades

Segunda geração do Vectra foi vendida de 1996 a 2005 – e deixou saudades (Chevrolet/Divulgação)

Um dos últimos produtos da Opel a vir para o Brasil, a segunda geração do Vectra virou referência de design atemporal, com seus clássicos retrovisores cujas formas começavam no capô.

Seu substituto no país foi lançado em 2005. Mas era baseado no Astra europeu (e não no Vectra), e nunca repetiu o sucesso do anterior.

 

2. BMW Série 3

BMW Série 3

 (divulgação/BMW)

A quarta geração (E46) é a preferida dos entusiastas. O design de Erik Goplen é tido como o mais elegante de toda a linhagem do sedã. Foi produzido entre 1998 e 2005. Na geração seguinte, entraria em cena o polêmico designer Chris Bangle – e a BMW nunca mais seria a mesma.

 

3. Volkswagen Jetta

VW Jetta O teste do Jetta 2.5 foi o destaque em nossa edição de agosto de 2006

O teste do Jetta 2.5 foi o destaque em nossa edição de agosto de 2006 (reprodução/Quatro Rodas)

A primeira geração lançada aqui (em 2006) era um sedã de categoria superior: interior refinado, motor 2.5 de 5 cilindros e câmbio de seis marchas.

O atual (que está prestes a ser substituído no Brasil e no mundo) manteve várias qualidades, mas perdeu seu sabor premium.

 

4. Honda New Civic

Honda New Civic Abertura da matéria sobre o New Civic, em maio de 2006: um divisor de águas

Abertura da matéria sobre o New Civic, em maio de 2006: um divisor de águas (reprodução/Quatro Rodas)

A 8ª geração do sedã, lançada em 2006, marcou a maior evolução do modelo. Fez do Civic um carro mundialmente desejado. Quase doze anos depois, o tema futurista permanece atual, incluindo o interior: o painel digital em dois andares, visto sobre o volante, continua em voga.

 

5. Renault Twingo

Renault Twingo Twingo: um clássico do final do século XX

Twingo: um clássico do final do século XX (arquivo/Quatro Rodas)

Criado em 1992 com o intuito de ser um carro pequeno, barato, prático e carismático para os grandes centros, o Twingo perdeu sua identidade ao longo dos anos. Com isso, o pequeno francês tem como referência sua primeira geração, assim como o Ford Ka.

 

6. Chevrolet Montana

Chevrolet Montana A primeira geração da Montana continua mais bonita que a atual

A primeira geração da Montana continua mais bonita que a atual (divulgação/Quatro Rodas)

Sucessora da Corsa Pickup, a primeira Montana chegou em 2003 baseada no Corsa daquela época. O estilo, muito bem-resolvido, lhe rendeu elogios até mesmo nos EUA e na Austrália.

Atualmente, está restrita ao motor 1.4 e perdeu até a estrutura do modelo europeu. Divide a plataforma com o velho Celta. E ficou feia demais.

 

7. Mitsubishi Eclipse

Mitsubishi Eclipse Mitsubishi Eclipse de segunda geração: eterno

Mitsubishi Eclipse de segunda geração: eterno (divulgação/Mitsubishi)

Sua segunda geração é emblemática. Eternizado pelo filme Velozes e Furiosos, o modelo de 1995 era marcado por seu visual futurista. Os seguintes perderam personalidade e o carro foi esquecido. Pior: o nome foi ressuscitado para batizar um… SUV!

 

8. Audi TT

Audi TT

 (divulgação/Audi)

O esportivo de 1998 inaugurou os traços que fizeram dele um clássico. Não por menos, foram reproduzidos por outras marcas, como o Peugeot RCZ. As duas gerações seguintes do TT adotaram traços mais afilados e agressivos, mas menos carismáticos.

 

9. Ford Ka

Ford Ka XR Virou clichê na época dizer que o Ka XR parecia um kart nas curvas

Virou clichê na época dizer que o Ka XR parecia um kart nas curvas (Marco de Bari/Quatro Rodas)

Chegou por aqui em 1997. Causou polêmica pelo estilo estranho e dimensões supercompactas. Mas fez história, e divertiu muito com versões como a XR 1.6, com boa relação peso-potência e comportamento arisco nas curvas.

Porém, toda a personalidade da primeira geração se perdeu nas duas gerações seguintes – assim como as versões feitas para quem gosta de brincar.

 

10. Chrysler 300C

Chrysler 300C Chrysler 300C: para quem gosta de ser visto

Chrysler 300C: para quem gosta de ser visto (arquivo/Quatro Rodas)

Imponente, bem-acabado e, quase sempre pintado de preto ou prata, era um muscle moderno. Mas abriu mão de parte do jeitão norte-americano quando a Fiat comprou a Chrysler e interferiu no projeto.

Tecnicamente, ele até ficou melhor, mais moderno e sofisticado. Mas perdeu boa parte da identidade musculosa ao adotar uma dianteira discreta, sem os característicos faróis redondos. De carro de gângster, passou para carro de firma.